27 julho 2015

A árdua tarefa de escolher uma profissão

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    É algo extremanente complicado e louco escolher uma profissão principalmente pelo fato de que quando você acha que achou aquilo que ama, recebe o baque de descobrir que fazr uma faculdade, passar quatro anos dentro de um centro universitário e depois sair para ter que desbravar seus prórpios caminhos ainda não abertos por ninguém, o que significa ver onde vai se encaixar e abrir caminho no meio de florestas e escalar montanhas enormes, sabendo que terá de ter persistência se reinventar e nunca desistir, é um desafio que dá medo e aterroriza, principalmente porque a maioria de nós prefere o comodismo e aquilo que é certo.
   Bem deste jeito que me sinto ao ter decidido que queria Relações internacionais e depois receber a notícia que você meio que sai desempregado e tem que lutar pelo pequeno espaço existente hoje no nosso país, com vários problemas e situações que demandarão dinheiro e mais dinheiro sem a certeza de poder realmente chegar em algum lugar. O medo começou a me mover e a deixar sem palavras, gosto desta profissão e queria realmente poder fazê-la, mas tenho medo de perder tudo, sempre quis abrir caminho, mas não sei se é isto mesmo que quero e o mundo se torna confuso e enevoado.
   Para começar eu não sei se devia comentar isto aqui, mas que se dane(desculpem meu palavreado), é uma grande frustação saber que não existe mercado e que outras coisas não são como você imaginou. O pior é o medo de tentar fazer isso e se tornar frustada, ou não fazê-lo e se tornar frustada. O medo é o que nos move e o que nos transforma, tentarei achar outra profissão, mas algo me diz que só escolho as mais difíceis e que é preciso abrir caminho, jornalismo, relações internacionais, todos os dois é necessário se destacar e inovar, não sei se tenho isso, será?
   A batalha pela qual passa uma pessoa que está no seu último ano e tem que escolher o que fazer da vida é cruel de mais, é duro, acaba que a escola passa anos nos protegendo de nós mesmos e do mundo para no último ano  nos jogar nele sem nenhuma preparação, enquanto estamos na escola nos misturamos e não entendemos quem somos e agora a tarefa de se tornar único, se achar no meio de tantos outros é quanse impossível. Mas é nosso dever nos desvencilhar de tudo e achar aquilo que seremos até o final de nossas vidas e isso é um trabalho árduo.